Clima e Sustentabilidade Ambiental

Hoje damos prioridade a soluções de arquitetura com foco na resiliência, flexibilidade, saúde e bem-estar. Para atingirmos esses objetivos todos os nossos projetos abordam as questões da sustentabilidade ambiental de forma holística, desde o uso...

Clima e Sustentabilidade Ambiental

Hoje damos prioridade a soluções de arquitetura com foco na resiliência, flexibilidade, saúde e bem-estar. Para atingirmos esses objetivos todos os nossos projetos abordam as questões da sustentabilidade ambiental de forma holística, desde o uso eficiente dos recursos naturais, a aplicação de estratégias de economia circular, biofilia, conforto térmico e a qualidade do ar interior. Utilizamos o poder do desenho e da arquitetura para aprimorar a experiência vivida por todos, e para garantir o futuro das próximas gerações com soluções construtivas que promovem o equilibro do meio-ambiente e a proteção do planeta.

Acreditamos que todos os recursos naturais que extraímos da natureza devem ser repostos e devolvidos ao meio-ambiente no final do seu ciclo de vida, sem emissões nocivas ao planeta nomeadamente gases de efeito de estufa com origem humana, como o dióxido de carbono, metano, óxido nitroso, entre outros.

Para o efeito a nossa equipa tem um departamento destinado à sustentabilidade ambiental com o objetivo de atender às metas do acordo de Paris. Isto significa termos uma sociedade com impacto neutro no clima até 2050, e fazermos todos os esforços para conter o aumento da temperatura média mundial abaixo dos 1,5°C em relação aos níveis pré-industriais.

Defendemos também a estratégia da União Europeia para a redução das emissões de gases de efeito de estufa a longo prazo, com o compromisso de reduzir as emissões em, pelo menos, 55 % até 2030, em comparação com os níveis de 1990. Por isso, apoiamos a proposta da Comissão Europeia apresentada em Bruxelas em 15 de Dezembro de 2021, para que, a partir de 2030 todos os edifícios novos devam ter emissões zero. Ou seja, a partir de 2030 não deveríamos utilizar qualquer combustível fóssil, nomeadamente gás natural, na construção de edifícios novos, e a partir de 2050 em todos os edifícios.

Apoiamos a petição para que a Assembleia da República Portuguesa decretasse o fim da obrigatoriedade de instalação de rede de gás em habitações, com a revogação dos pontos 1 e 2 do artigo 3º do Decreto-Lei n.º 97/2017, um diploma ainda em vigor que visa a “obrigatoriedade de existência de instalações dimensionadas para gás natural nos projetos de construção, ampliação, recuperação ou reconstrução de edifícios”, completamente desenquadrado das orientações nacionais e internacionais para o combate às alterações climáticas. Entretanto os pontos foram revogados mas ainda não chega. Não basta que a utilização de combustíveis fosseis seja opcional, é preciso atuar para a completa eliminação do seu uso em edifícios, e conseguirmos a transição energética para as energias 100% limpas.

Por isso, pela defesa do meio ambiente, enquanto arquitetos e no decurso do nosso trabalho, também somos ativistas. Divulgamos e promovemos todas as ações de ativismo ambiental com que a nossa equipa se identifica. Paralelamente, desde 2014 o nosso atelier tem vindo a adquirir e a gerir vários terrenos, quer em espaços rurais como em espaços urbanos, para a plantação de florestas pluriculturais com espécies selecionadas e especificamente escolhidas com vista à melhor solução para a retenção de dióxido de carbono da atmosfera por processos naturais otimizados. Desta forma promovemos a biodiversidade e eliminamos a pegada ecológica do atelier e da sua equipa. Hoje, gerimos mais de 30.000 metros quadrados de floresta e capturamos cerca de 54 toneladas de dióxido de carbono por ano. O nosso objetivo é aumentar gradualmente e chegar a longo prazo às 1000 toneladas por ano.

É um facto que, na União Europeia o parque edificado é responsável pelo consumo de 40% de toda a energia e de 36% das emissões de gases de efeito de estufa. Equipamentos de aquecimento, arrefecimento e a produção de água quente sanitária nas nossas casas são responsáveis por 80% de toda a energia doméstica consumida. Cumulativamente, em média, na União Europeia são produzidos 2,5 mil milhões de toneladas de resíduos por ano, sendo que 36% provêm da área da construção.

Para resolver as questões da sustentabilidade ambiental e criar uma economia circular, na conceção dos nossos projetos trabalhamos em conjunto com os nossos clientes para desenvolver soluções de arquitetura personalizadas e otimizadas para a utilização humana e para o planeta. A nossa equipa é especializada em avaliações de impacto de carbono operacional e incorporado, na fase de construção e no uso subsequente do edifício, avaliações de impacte ambiental (AIA), utilização de materiais sustentáveis, paisagismo, biofilia e bem-estar, assim como, engenharia ambiental. Juntamente com as equipas de arquitetura e engenharia avaliamos o desempenho ambiental nos nossos projetos, desenvolvemos construções sustentáveis e estabelecemos metas ambientais para um mundo mais saudável.

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